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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Atividade do livro "EKOABOKA"


Para nos avaliar e ver se realmente tínhamos lido o livro, a professora Ilvanita, nos deu 3 tarefas. A primeira era de contar a história em forma de contação de histórias, com objetos e cenários. Na segunda tínhamos que levar um filme, música e noticia que tivessem alguma coisa a ver com um capitulo do livro. E a terceira era produzir um soneto com o que contava no mesmo capitulo escolhido na atividade dois.

Para a atividade dois, meu grupo escolheu o capitulo três, “Encontros”, e escolhemos como filme, Tainá a origem, pois o mesmo mostra madeireiros, algo tratado neste capitulo, e tráfego de animais, algo que aparece no livro.



Para a música, levamos "Brincar de Índio" da Xuxa, pois na mesma fala sobre caçar, algo que Alex fez, e que em uma parte fala que o índio já foi um dia dono dessa terra, algo que os índios do livro podem vir a enfrentar.


Confira nosso soneto abaixo:

Começo

Depois de conhecer a tribo
Catu convida Alex para caçar
Eles estão à procura de animais
Alex não sabe o que vai achar

Uma madeireira eles encontram
O cacique precisa saber
E para Kiko Alex vai escrever

Um índio moreno e alto era Catu
Chantal logo se encantou
Pedrinha para chamar sua atenção ele jogou
Ela sem entender uma pedra enorme nele atirou

O beijo de Catu e Chantal aconteceu
E Kiko para Alex respondeu
Uma notícia sobre os madeireiros ele ofereceu

sábado, 30 de março de 2013

EKOABOKA



Este é um livro feito por 5 moças, Ana Gibson, Anna Claudia Ramos, Isabella Massa e Myriam Ruth Coelho. Úrsula seria a sexta componente, mas o deixou e só foi incluída na apresentação, onde Anna relata o processo de criação do livro.
A história se passa anos depois de 1972, onde Leo e Babu estão na Amazônia procurando a cura da malária. A família de Leo também viaja para lá, para passear, conhecer um ambiente diferente. Todos abrigados no Vitória-Régia, u barco-casa.
Alex, filho de Leo com outra esposa que morrera quando Alex tinha 5 anos, passa por acontecimentos que o tocam profundamente, ele se encanta com a cultura dos índios abakebira, que vira outro dia fazendo um ritual de seus rituais em volta de uma grande árvore, que representa uma ligação entre a terra e o céu, a terra dos vivos e o céu das estrelas, que eram as pessoas já falecidas que caiam e voltavam para a terra em forma de pedra bicho ou humano.
Assim como Alex, Chantal, sua irmã deivido ao casamento de seus pais, passou por mudanças, ela descobriu em um índio, o amor verdadeiro. Com isso, ela deixa de ser amarga e um pouco menos mimada, passando a ser mais amorosa e gentil.
Leo e Babu encontram a cura da malária, com uma grande contribuição dos índios, que por um sinal de Tupã, levaram a eles uma flor marrom, que era o ingrediente que estava faltando.
Marina, depois de desmaiar e ser curada pela pajé da tribo abakebira, pensa em dar um novo rumo á sua vida, pensa que ao invés de fotografar o que os outros fazem, ela deveria criar seus próprios modelos no mundo da moda.
No final, Alex por ficar tão encantado com aquela cultura, decide ficar lá até Julho e virar antropólogo,
Como eles deveriam voltar (Marina, Txai, Leo e Chantal), o amor entre Chantal e Catu é interrompido até o meio do ano, quando ela pretende voltar.

Manaus, 20/12/1978


Eai, Kiko
Cara as coisas tão meio estranhas aqui. Se tinha que ver a cara da Chantal quando viu o banheiro, eu também fiquei surpreso mas não fiquei daquele jeito.
Ela também não gostou nada de eu, ela e Txai fiarmos no mesmo quarto. Acho que ela achou que íamos ficar em um hotel 5 estrelas, com 3 banheiros, 5 quartos e toda a comodidade, qua não seria tão ruim assim né, mas aqui estamos de certa, conectados com a natureza.
Hoje nós fomos a uma prainha. Nós fomos com Araru, um amigo de Babu. No caminho, a Chantal de um grito devido um sapo que pulou na perna dela, até que com dó, mas ri muito.
Durante o trajeto, Araru foi-nos contando os nomes das árvores e dos bichos. Aqui, a fauna e a flora são incríveis. Ainda não presenciei uma atividade indígena, mas acho que seria legal.
Acho que vai haver grandes mudanças em todos nós aqui, menos na Chantal eu acho.
Falow Kiko, um abração.
Alex