sexta-feira, 3 de maio de 2013

Felicidade a preço de felicidades

Esta foi uma atividade proposta pela professora Ilvanita.

Marina era uma mulher cheia de segredos, os quais guardava só para si, nem mesmo sua mãe tinha conhecimento dos mesmos. Era uma mulher bonita, de cabelos longos e olhos profundos. Estava noiva, iria se casar no dia seguinte com Carlos, mas parecia mais aflita do que nunca.
O grande dia chegou. Todos estavam muito felizes e o noivo já esperava sua linda noiva no altar. Na limusine, Marina vinha com seus pais, os quais acharam sua aflição, apenas nervosismo com o “grande dia”.
Quando a limusine estava chegando, um amigo de Carlos gritou:
- Lá vem à noiva! – enquanto todos se levantavam e direcionavam seus olhares para a porta.
retirada de http://noivinhaemfuga.blogspot.com.br
A igreja esteva linda, toda decorada com flores, no caminho ao altar um tapete vermelho, e Mariana estava com um lindo vestido, com um grande e magnifico véu, mas Marina notara algumas pessoas que nem ela nem Carlos convidaram, cinco no total. Eram eles! Marina começou a ficar mais aflita, e começou a se mexer, tentando esconder seu rosto, não aguentando, fugiu.
Lá fora um motoqueiro a esperava. Quando todos se deram conta e foram correndo para fora, Mariana estava longe, chorando na moto, a única coisa que restará, foi parte de seu vestido rasgado, que caia lentamente no asfalto.
Naquele mesmo dia, Marina apareceu no jornal como procurada pela polícia por tráfego de mulheres, que iam enganadas e acabavam tendo de se prostituir no exterior. Agora, quem era antes seu “grande amor”, Carlos, prometeu a si mesmo que iria encontra-lá e entraga-lá a polícia.
Depois de 5 meses procurando-a, Carlos à encontrou numa mansão, na qual entrou cautelosamente pela janela. Marina estava numa cadeira tomando um chá, e ouvirá um barulho estranho, rapidamente pegou sua arma e a apontou para Carlos.
- Carlos! – Marina olhava para ele ameaçando atirar
- Você pode até me matar Marina, mas a casa esta cercada. Fugir você não conseguirá!
Marina hesitou, mas não atirou e se entregou a policia. Hoje faz quatro anos que ela está presa. Seus cabelos agora estão crespos e os olhos tristes.

 Esta foi uma historia inspirada na personagem Lívia, interpretada por Claudia Raia, na novela Salve Jorge.

Extinção?!


O Índio! Retratado muitas vezes como preguiçoso, analfabeto e selvagem, hoje já alcança faculdades, podendo discutir com pessoas de nível intelectual muito elevado, tudo isso sem esquecer suas origens.
Outra questão a ressaltar é a extinção. Ao contrario do que muitos pensam, o número de índios vem aumentando, excluindo a possibilidade de essa cultura um dia cair no esquecimento.
Ao longo do documentário, várias pessoas falam o que pensam sobre os índios. Uma dessas  pessoas é indígena, mas a mesma nega, ou seja,  ela esta renegando suas origens, talvez porque ela já não segue mais os costumes indígenas, se tornando uma “mulher da cidade”.
Confira abaixo o documentário, mostrado a nós pela professora Sueli.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Atividade do livro "EKOABOKA"


Para nos avaliar e ver se realmente tínhamos lido o livro, a professora Ilvanita, nos deu 3 tarefas. A primeira era de contar a história em forma de contação de histórias, com objetos e cenários. Na segunda tínhamos que levar um filme, música e noticia que tivessem alguma coisa a ver com um capitulo do livro. E a terceira era produzir um soneto com o que contava no mesmo capitulo escolhido na atividade dois.

Para a atividade dois, meu grupo escolheu o capitulo três, “Encontros”, e escolhemos como filme, Tainá a origem, pois o mesmo mostra madeireiros, algo tratado neste capitulo, e tráfego de animais, algo que aparece no livro.



Para a música, levamos "Brincar de Índio" da Xuxa, pois na mesma fala sobre caçar, algo que Alex fez, e que em uma parte fala que o índio já foi um dia dono dessa terra, algo que os índios do livro podem vir a enfrentar.


Confira nosso soneto abaixo:

Começo

Depois de conhecer a tribo
Catu convida Alex para caçar
Eles estão à procura de animais
Alex não sabe o que vai achar

Uma madeireira eles encontram
O cacique precisa saber
E para Kiko Alex vai escrever

Um índio moreno e alto era Catu
Chantal logo se encantou
Pedrinha para chamar sua atenção ele jogou
Ela sem entender uma pedra enorme nele atirou

O beijo de Catu e Chantal aconteceu
E Kiko para Alex respondeu
Uma notícia sobre os madeireiros ele ofereceu

sábado, 30 de março de 2013

EKOABOKA



Este é um livro feito por 5 moças, Ana Gibson, Anna Claudia Ramos, Isabella Massa e Myriam Ruth Coelho. Úrsula seria a sexta componente, mas o deixou e só foi incluída na apresentação, onde Anna relata o processo de criação do livro.
A história se passa anos depois de 1972, onde Leo e Babu estão na Amazônia procurando a cura da malária. A família de Leo também viaja para lá, para passear, conhecer um ambiente diferente. Todos abrigados no Vitória-Régia, u barco-casa.
Alex, filho de Leo com outra esposa que morrera quando Alex tinha 5 anos, passa por acontecimentos que o tocam profundamente, ele se encanta com a cultura dos índios abakebira, que vira outro dia fazendo um ritual de seus rituais em volta de uma grande árvore, que representa uma ligação entre a terra e o céu, a terra dos vivos e o céu das estrelas, que eram as pessoas já falecidas que caiam e voltavam para a terra em forma de pedra bicho ou humano.
Assim como Alex, Chantal, sua irmã deivido ao casamento de seus pais, passou por mudanças, ela descobriu em um índio, o amor verdadeiro. Com isso, ela deixa de ser amarga e um pouco menos mimada, passando a ser mais amorosa e gentil.
Leo e Babu encontram a cura da malária, com uma grande contribuição dos índios, que por um sinal de Tupã, levaram a eles uma flor marrom, que era o ingrediente que estava faltando.
Marina, depois de desmaiar e ser curada pela pajé da tribo abakebira, pensa em dar um novo rumo á sua vida, pensa que ao invés de fotografar o que os outros fazem, ela deveria criar seus próprios modelos no mundo da moda.
No final, Alex por ficar tão encantado com aquela cultura, decide ficar lá até Julho e virar antropólogo,
Como eles deveriam voltar (Marina, Txai, Leo e Chantal), o amor entre Chantal e Catu é interrompido até o meio do ano, quando ela pretende voltar.

Manaus, 20/12/1978


Eai, Kiko
Cara as coisas tão meio estranhas aqui. Se tinha que ver a cara da Chantal quando viu o banheiro, eu também fiquei surpreso mas não fiquei daquele jeito.
Ela também não gostou nada de eu, ela e Txai fiarmos no mesmo quarto. Acho que ela achou que íamos ficar em um hotel 5 estrelas, com 3 banheiros, 5 quartos e toda a comodidade, qua não seria tão ruim assim né, mas aqui estamos de certa, conectados com a natureza.
Hoje nós fomos a uma prainha. Nós fomos com Araru, um amigo de Babu. No caminho, a Chantal de um grito devido um sapo que pulou na perna dela, até que com dó, mas ri muito.
Durante o trajeto, Araru foi-nos contando os nomes das árvores e dos bichos. Aqui, a fauna e a flora são incríveis. Ainda não presenciei uma atividade indígena, mas acho que seria legal.
Acho que vai haver grandes mudanças em todos nós aqui, menos na Chantal eu acho.
Falow Kiko, um abração.
Alex




Pesquisa na biblioteca sobre vocabulário indígena


Com esta pesquisa, no livro " Índios do Brasil ", pude percebem que o nosso vocabulário, em alguns aspectos, não foi influenciado pelos índios, como por exemplo: membi - flauta; pacova - banana; kunumi - moço jovem; ini - rede; kunumi-miri - menino; kugnatim-miri - menina; jaci - lua e  kugnatim - moça. Por outro lado, fazemos uso de algumas palavras indígenas como jerimum que quer dizer abóbora e maloca que significa para nós barraco mas para os índios, casa.

São Bernardo do Campo, 05/03/2013

Olá primo,
Ouvi nos noticiários que a situação aí no nordeste não é das melhores.
Não entendo como aqui pode haver alagamentos e aí seca!
Como vocês tratam a água aí? Deve ser como ouro né? Enquanto aqui, várias pessoas gastam litros e litros desnecessários todos os dias (até eu ás vezes! rsrs). Acho que as pessoas não percebem o que têm até perderem.
Será que o homem poderia revelar o seu pior lado nessas situações extremas? Acho que sim, mostrar seu individualismo! Se você estiver assim pego um voo agora só para te dar um cascudo!
E o tio e a tia? Você disse que a tia estava doente, desidratada pela falta d’água.
E aquela árvore que a gente pegava manga? Não vá me dizer que ela está morrendo, senão serão dois cascudos!
Meu pai disse que vai aí sábado, pegá-los e trazê-los, e também tentar ajudar levando comido e água, até porque não se pode confiar muito nesses órgãos que dizem que vão ajudar, pois como você sabe, existem pessoas que se aproveitam de qualquer situação que for! Acho que também vô junto, para ver como a tia esta e ajudar ai também. Minha mãe vai ficar para cuidar da cachorra e preparar tudo para a chegada de vocês.
Tomara que o homem não se de conta do que tem só quanto perder!
Tchau primo, melhoras para a tia e até sábado.
Daniel Valverde Silva

nesta atividade deveríamos escrever uma carta explicando por que a água é um recurso precioso.