sábado, 30 de março de 2013

EKOABOKA



Este é um livro feito por 5 moças, Ana Gibson, Anna Claudia Ramos, Isabella Massa e Myriam Ruth Coelho. Úrsula seria a sexta componente, mas o deixou e só foi incluída na apresentação, onde Anna relata o processo de criação do livro.
A história se passa anos depois de 1972, onde Leo e Babu estão na Amazônia procurando a cura da malária. A família de Leo também viaja para lá, para passear, conhecer um ambiente diferente. Todos abrigados no Vitória-Régia, u barco-casa.
Alex, filho de Leo com outra esposa que morrera quando Alex tinha 5 anos, passa por acontecimentos que o tocam profundamente, ele se encanta com a cultura dos índios abakebira, que vira outro dia fazendo um ritual de seus rituais em volta de uma grande árvore, que representa uma ligação entre a terra e o céu, a terra dos vivos e o céu das estrelas, que eram as pessoas já falecidas que caiam e voltavam para a terra em forma de pedra bicho ou humano.
Assim como Alex, Chantal, sua irmã deivido ao casamento de seus pais, passou por mudanças, ela descobriu em um índio, o amor verdadeiro. Com isso, ela deixa de ser amarga e um pouco menos mimada, passando a ser mais amorosa e gentil.
Leo e Babu encontram a cura da malária, com uma grande contribuição dos índios, que por um sinal de Tupã, levaram a eles uma flor marrom, que era o ingrediente que estava faltando.
Marina, depois de desmaiar e ser curada pela pajé da tribo abakebira, pensa em dar um novo rumo á sua vida, pensa que ao invés de fotografar o que os outros fazem, ela deveria criar seus próprios modelos no mundo da moda.
No final, Alex por ficar tão encantado com aquela cultura, decide ficar lá até Julho e virar antropólogo,
Como eles deveriam voltar (Marina, Txai, Leo e Chantal), o amor entre Chantal e Catu é interrompido até o meio do ano, quando ela pretende voltar.

Manaus, 20/12/1978


Eai, Kiko
Cara as coisas tão meio estranhas aqui. Se tinha que ver a cara da Chantal quando viu o banheiro, eu também fiquei surpreso mas não fiquei daquele jeito.
Ela também não gostou nada de eu, ela e Txai fiarmos no mesmo quarto. Acho que ela achou que íamos ficar em um hotel 5 estrelas, com 3 banheiros, 5 quartos e toda a comodidade, qua não seria tão ruim assim né, mas aqui estamos de certa, conectados com a natureza.
Hoje nós fomos a uma prainha. Nós fomos com Araru, um amigo de Babu. No caminho, a Chantal de um grito devido um sapo que pulou na perna dela, até que com dó, mas ri muito.
Durante o trajeto, Araru foi-nos contando os nomes das árvores e dos bichos. Aqui, a fauna e a flora são incríveis. Ainda não presenciei uma atividade indígena, mas acho que seria legal.
Acho que vai haver grandes mudanças em todos nós aqui, menos na Chantal eu acho.
Falow Kiko, um abração.
Alex




Pesquisa na biblioteca sobre vocabulário indígena


Com esta pesquisa, no livro " Índios do Brasil ", pude percebem que o nosso vocabulário, em alguns aspectos, não foi influenciado pelos índios, como por exemplo: membi - flauta; pacova - banana; kunumi - moço jovem; ini - rede; kunumi-miri - menino; kugnatim-miri - menina; jaci - lua e  kugnatim - moça. Por outro lado, fazemos uso de algumas palavras indígenas como jerimum que quer dizer abóbora e maloca que significa para nós barraco mas para os índios, casa.

São Bernardo do Campo, 05/03/2013

Olá primo,
Ouvi nos noticiários que a situação aí no nordeste não é das melhores.
Não entendo como aqui pode haver alagamentos e aí seca!
Como vocês tratam a água aí? Deve ser como ouro né? Enquanto aqui, várias pessoas gastam litros e litros desnecessários todos os dias (até eu ás vezes! rsrs). Acho que as pessoas não percebem o que têm até perderem.
Será que o homem poderia revelar o seu pior lado nessas situações extremas? Acho que sim, mostrar seu individualismo! Se você estiver assim pego um voo agora só para te dar um cascudo!
E o tio e a tia? Você disse que a tia estava doente, desidratada pela falta d’água.
E aquela árvore que a gente pegava manga? Não vá me dizer que ela está morrendo, senão serão dois cascudos!
Meu pai disse que vai aí sábado, pegá-los e trazê-los, e também tentar ajudar levando comido e água, até porque não se pode confiar muito nesses órgãos que dizem que vão ajudar, pois como você sabe, existem pessoas que se aproveitam de qualquer situação que for! Acho que também vô junto, para ver como a tia esta e ajudar ai também. Minha mãe vai ficar para cuidar da cachorra e preparar tudo para a chegada de vocês.
Tomara que o homem não se de conta do que tem só quanto perder!
Tchau primo, melhoras para a tia e até sábado.
Daniel Valverde Silva

nesta atividade deveríamos escrever uma carta explicando por que a água é um recurso precioso. 

A epidemia ao contrário

Ricardo Azevedo; Inspirado no conto "A Terra é redonda", de Peter Bichsel.
     O conto é sobre um senhor viúvo, já aposentado, que na época do natal, deseja fazer o bem para 17 crianças de rua, pois esta indignado com a situação dos mesmos. 
    O senhor então começa a fazer uma lista com várias coisas para dar de natal as crianças, para fazer uma ceia com elas e para posteriormente ensina-las a ler e escrever, como, como uma banheira, 2 perus, 17 tênis, roupas, uma lousa, giz, entre vários outros, alem de se prevenir contra chuva.
O senhor então começa a fazer as contas, pela banheira R$ 130,00, como e bebidas R$ 1800,00, mas como o senhor era aposentado, não podia pagar por isso, e ainda faltava muita coisa. Assim ele pegou o que tinha ali, uma faca, um pouco de queijo, um caderno e caneta, e foi embora para ficar e morar junto com as crianças, proporcionando-lhes um futuro melhor.

O começo


Nesta atividade, deveríamos continuar uma história dada pele professora Ilvanita.


retirada de http://creiaemcristo.com.br

No calor do meio-dia, o sol ardia os miolos de Pedro. Em seu caminho, a terra era seca e as aves já não existiam.
Ele estava louco para encontrar uma sombra e se refrescar do sol quente. Mas assim que ultrapassou as dunas e se deparou com um vale verde cheio de árvores, flores e uma cachoeira, se sentiu aliviado.
Aquilo era o paraíso aos olhos de Pedro que saiu correndo o mais rápido que pode. Começou a se deliciar nas águas, brincando, tomando um pouco, mas como tudo no deserto, só se passava de uma miragem, uma ilusão na cabeça de Pedro.
Depois de mais andar, avista uma pequena poça de água e um ônibus um pouco a frente, que aparentava ter sido a pouco abandonado.
- Socorro! Socorro! – Pedro gritava com todas as suas forças.
Então, sem resposta, começou a tomar a água daquela poça, que para sua surpresa não era uma miragem.
- Nossa que maravilha! – Pedro falava molhando seu rosto.
Depois de secar a poça e olhar para frente, ele vê algo estranho, algo sem alam, com feridas no corpo inteiro, era um zumbi!

retirada de http://thetechstuff.com.br

Pedro corria como nunca antes, com meia dúzia de zumbis correndo atrás dele. Para seu alivio, um grupo de carros vinha vindo.
- Parem! Parem! – disse Pedro desmaiando.
Ao abrir os olhos, ele vê várias mulheres cuidando dele, agora que ele acordará, lhe deram água.
- O que está acontecendo? – disse Pedro depois de tomar quase toda a garrafa d’água – Aquelas coisas, eram zumbis, não eram?
- Sim meu garoto  – disse-lhe uma mulher com voz consoladora – mas não se preocupe, já cuidamos deles, e agora estamos indo para uma colônia de sobreviventes. Se acalme e durma.
Todos ali sobreviveram, mas claro, enfrentando no caminho vários zumbis, inclusive Pedro.

Dezembro no bairro


O conto fala sobre um grupo de amigos que tenta fracassadamente, arrumar dinheiro para arrumar o presépio para o natal que já estava chegando. Para isso eles montaram um cinema no porão da casa de um deles, mas por problemas no projetor, eles devolvem todo o dinheiro arrecadado.
Assim eles decidiram que Maneco, filho de Marcolino, iria comprar o papel e fazer as estrelas, e que no dia seguinte iriam a um velho palacete pegar alguma coisa que pudessem usar.
Maneco não apareceu por três dias, pois estava doente e de cama.
Depois de pegarem algumas coisas no palacete, Marinho anunciou que havia um Papai Noel na loja do Manuel, todos ficaram desconfiados, pois sempre era um Papai Noel falso, nunca o verdadeiro. Quando viram o Papai Noel, logo ficaram desconfiados e se puseram a observa-lo, que sempre desviava dos olhares dos mesmos. Ao reconhecerem, começaram a gritar o nome dele, era Marcolino, que ficou muito bravo e saiu. As crianças ficaram surpresa por ser Marcolino porque o mesmo nunca trabalhava.
Então eles começaram a brincar. A brincadeira era o chefe mandou, e a ordem dada era que eles fossem a casa de Maneco, entrassem no porão e voltassem correndo. Ao chegarem na casa de Maneco, as crianças ficaram impressionadas  pois sabiam que eles eram humildes mas não naquela proporção. Maneco estava em sua cama, um pouco distante das crianças, cortando as estrelas, e quando os vê os chama de traidores devido ao que fizeram ao seu pai na loja do Manuel.
Uma semana depois, Maneco vem a falecer devido a doença que pegará. Aquela foi a ultima vez que o grupo viu o amigo.